Plantas Alimentícias Não Convencionais- PANC

Nosso trabalho para integrar à nutrição humana plantas e partes de plantas ainda não reconhecidas como alimento faz parte da evolução da nossa história e está embasada em nossos princípios. Um deles é que as plantas que nascem espontaneamente nas lavouras sempre foram chamadas de indicadoras – dos excessos e carências do solo – e não de “ervas daninhas”. Eram, portanto, aliadas, e não inimigas da produção agrícola.

Sob este mesmo olhar, começamos a semear a ideia das panc antes mesmo de elas receberem este nome. Mas foi a partir dos anos 2010 que o tema ganhou mais atenção e atividades.

Já nos anos 2020, muito em função da emergência climática, a difusão do conhecimento sobre o potencial das panc assumiu um papel estratégico em nosso trabalho com alimentação saudável e alternativas de geração de renda. Para nossa própria capacitação, inúmeras vezes contamos com especialistas como Irany Arteche. A equipe também participou de cursos – um destes com Valdely Kinupp e Nuno Madeira – e promoveu seus próprios cursos, oficinas, conversas, degustações e saídas a campo para todos nossos parceiros e parceiras de jornada.

De merendeiras a famílias agricultoras, incluindo estudantes, consumidores e aldeias indígenas, todos os públicos tiveram ou têm algum contato com esta proposta considerada um avanço na agroecologia e uma saída possível para o futuro da alimentação. Para saber mais sobre nosso trabalho com as panc:

Vídeos

Mangará: uma riqueza alimentar – nutrição e sabor na alimentação escolar

A nutricionista Irany Arteche, especialista em Plantas Alimentícias Não Convencionais – PANC, compartilha seus conhecimentos sobre o uso do Mangará, conhecido também como o coração da bananeira, para a alimentação escolar. Neste tutorial, Irany nos ensina o processo necessário para se preparar o Mangará, e algumas receitas que podem ser desenvolvidas a partir dele.


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